Denúncia

Procurar

LÍDER DO PARTIDO LIBERAL EXIGE INVESTIGAÇÃO À ANPG E ACUSA PRESIDENTE DE FAVORECIMENTO EM CONTRATO MILIONÁRIO DE BOLSAS

  • Compartilhar isso:
LÍDER DO PARTIDO LIBERAL EXIGE INVESTIGAÇÃO À ANPG E ACUSA PRESIDENTE DE FAVORECIMENTO EM CONTRATO MILIONÁRIO DE BOLSAS

Fonte: Agita News Oficial

Informações tornadas públicas indicam que o presidente do Partido Liberal, Luís Castro, solicitou a intervenção urgente da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE) e de outras entidades competentes para investigar alegadas irregularidades na Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).

Segundo o político, o actual presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, terá alegadamente beneficiado um cidadão de nacionalidade são-tomense, identificado como N’Gunu Olívio Noronha Tiny, através da atribuição da gestão de bolsas de estudo nacionais e internacionais ligadas ao sector petrolífero.

De acordo com informações divulgadas pelo portal Club K e posteriormente reforçadas por Luís Castro, após as denúncias terem vindo a público, várias pessoas terão entrado em contacto com o líder político com o objectivo de o persuadir a desistir das acusações, alegando que os factos denunciados não correspondiam à verdade.

Entretanto, Luís Castro reagiu através de um vídeo publicado nas suas plataformas digitais, onde reafirma a veracidade das denúncias e sustenta que o processo de atribuição da gestão das bolsas merece um esclarecimento profundo por parte das autoridades competentes.

Segundo as informações divulgadas, a empresa associada ao cidadão são-tomense chama-se OAK Development FZE, estando sediada no Dubai, Emirados Árabes Unidos. A empresa actua nos sectores de consultoria empresarial, investimentos imobiliários, gestão de projectos e recursos humanos. Em 2024, terá aberto uma representação em Luanda, localizada no Belas Business Park, Edifício Cabinda.

As denúncias apontam ainda que, após a aprovação presidencial do programa de bolsas nacionais e internacionais em 2024, a referida empresa passou a desempenhar um papel relevante na gestão do processo, situação que está agora a gerar questionamentos e pedidos de esclarecimento.

Para Luís Castro, uma das principais preocupações prende-se com o facto de Angola possuir empresários e empresas nacionais com capacidade para assumir a gestão de iniciativas desta natureza. O político considera que as circunstâncias em que o contrato foi atribuído devem ser investigadas para determinar se houve ou não favorecimento indevido.

Face à gravidade das acusações, o presidente do Partido Liberal defende que a PGR, a IGAE e o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, liderado por Diamantino Azevedo, promovam uma investigação rigorosa e transparente, com vista ao esclarecimento dos factos e à salvaguarda do interesse público.

Visão Visão

Visão Visão

Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

A sua experiência neste site será melhorada ao permitir cookies Política de Cookies