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FONTES PEDEM INVESTIGAÇÃO DA PGR SOBRE ALEGADAS IRREGULARIDADES EM PROCESSOS DE COMPRAS E GESTÃO INTERNA NA TAAG

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FONTES PEDEM INVESTIGAÇÃO DA PGR SOBRE ALEGADAS IRREGULARIDADES EM PROCESSOS DE COMPRAS E GESTÃO INTERNA NA TAAG

Fonte: Agita News Oficial

Fontes ligadas ao nosso portal, Agita News, apelam à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que investigue a origem dos fundos utilizados pela consultora SAP Liliana País na aquisição de duas residências em Portugal durante o ano de 2025.

Segundo as denúncias recebidas, Liliana País tem desempenhado funções ligadas à área de compras da TAAG. As fontes questionam o facto de uma actividade que deveria limitar-se à consultoria estar, alegadamente, associada à participação directa em processos de aquisição da companhia aérea. De acordo com os denunciantes, os procedimentos de compras da TAAG deveriam ser conduzidos exclusivamente por colaboradores da empresa e não por consultores externos.

As mesmas fontes solicitam igualmente que a PGR investigue todas as autorizações de compras, consultorias e inventários aprovados pelo cidadão português Hélder Correia desde 2024 até ao presente ano.

As denúncias referem que Hélder Correia é genro da ex-administradora Manuela Pardal, que, segundo os denunciantes, continuaria a exercer influência junto do Presidente do Conselho de Administração da TAAG, Nelson Rodrigues de Oliveira, com o objectivo de manter o seu genro numa posição considerada intocável dentro da companhia, mesmo após a sua saída da administração.

De acordo com as informações recebidas, Hélder Correia encontra-se ligado à área de Manutenção e Engenharia de aeronaves da TAAG. Os denunciantes alegam que a sua experiência profissional anterior estaria associada ao sector comercial, levantando dúvidas sobre a sua preparação técnica para exercer responsabilidades numa área considerada estratégica para a segurança operacional da companhia.

As fontes afirmam ainda que colaboradores sob a liderança de Hélder Correia têm manifestado preocupação com o ambiente de trabalho, denunciando alegados comportamentos de arrogância e tratamento inadequado por parte do responsável. Os trabalhadores apelam à intervenção das entidades competentes para a avaliação das situações relatadas.

As denúncias dirigem-se também a Marcos Sousa, sendo apresentadas pelos denunciantes como um aviso público. Segundo as fontes, existem elementos e informações que poderão, a qualquer momento, ser encaminhados fisicamente às autoridades judiciais para eventual apreciação e investigação.

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